Horário de Verão terminou à zero hora deste domingo (22), e o resultado da economia do estado de Minas Gerais


A edição do Horário de Verão terminou à zero hora deste domingo (22/2), quando os relógios em dez estados e no Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora. Nos 126 dias de vigência da medida, a Companhia Energética de Minas Gerais  Cemig verificou, em sua área de concessão, uma redução diária da demanda máxima de 4,0%, o que equivale a 350 MW.

Essa demanda é suficiente para atender uma cidade de 750 mil habitantes, equivalente à soma das cidades de Juiz de Fora e Sete Lagoas (MG). Além disso, com relação ao consumo de energia, foi obtida uma economia de 0,5%, que representa 108.000 MWh, durante todo o período do Horário de Verão. Essa economia é suficiente para abastecer Belo Horizonte durante nove dias.

História do Horário de Verão
A ideia original do Horário de Verão é atribuída a Benjamin Franklin, em 1784, embaixador dos Estados Unidos na França, quando percebeu que o sol nascia antes das pessoas se levantarem, durante alguns meses do ano. Dessa forma, ele pensou, que se os relógios fossem adiantados em uma hora, naquele período, as pessoas poderiam aproveitar melhor a luz do dia, ao entardecer, e economizar velas, já que naquele tempo ainda não existia luz elétrica. Mas naquela época as suas ideias não despertaram o interesse das autoridades.

O primeiro país a adotá-lo foi a Alemanha, em 1916, durante a 1ª Guerra Mundial, tendo em vista sua necessidade de se economizar energia elétrica por causa da guerra, principalmente de origem térmica, a carvão e óleo.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Ele foi adotado 11 vezes entre 1931 e 1968, de forma descontinuada, voltando depois no verão de 1985/1986, e a partir daí em todos os anos até hoje, durante 30 anos seguidos.

Fonte: CEMIG

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